Evito a superficialidade das conclusoes rapidas. Mas bom seria se as palavras chegassem aos ouvidos com o sentido que saem da minha boca. Frescor pueril, cheio de e, apenas, primeiras intencoes. Quando passeam foram de mim, porem, elas dancam musica alheia. Ganham contornos novos...velhos...outros. Nessa equacao, o que sobra de mim quase sempre se parece pouco comigo. Pra esse EU inventado pra mim lanco olhares mudos, esperando que ele se desfaca na ausencia de algo que o justifique. Ele, por sua vez, sempre encontra espaco para pairar sobre minha cabeca.