Monday, 5 July 2010

Face me

O que se segue depois de um dia pouco fertil e a vontade de uma forma de redencao que pareca plausivel e de pra carregar nas costas.
Dizem que, depois da explosao, a terra se partiu e, ainda entao, os pedacos se afastam, pra sempre, de uma forma que nao se sabe ser ou nao reversivel. A questao e que as distancias continuam, apesar da rede. Agora legitimadas pelo advento do veloz, do instantaneo - do agora ou nunca. Falaram de uma pos-modernidade liquida e de uma solidez que se desmancha no ar. De identidades escoando ralo abaixo pra nunca mais. De outras, surgindo, sem saber pra que servem, e se de fato o sao.  Falaram de um com-tato, sem tato, e dessa gente toda amiga que experiencia o corpo texto e suas carinhas... O mundo com suas ligacoes frageis, estaticas pois sem futuro, segue (?) - desmundo. E eu, de quase todos os angulos: minuscula. Na minha longa lista de urgencias: hesitacao, e um abraco demorado. Meu peso e vulneravel, mas ninguem quer saber.
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