"Hoje, depois de acordar um pouco, me lembrei de que as coisas são o nome que damos a elas, ou passam a se-lo por causa dele - passam a se-lo com ele. O que eu sou não tem nome, mas estive pensando que existir apenas também 'e limite, porque assim fico coisa, só. Não sou tao forte que possa me misturar ao universo sem me perder nele. Preciso da minha pele em volta do meu corpo, e do meu nome. Preciso de tudo que eu digo que 'e meu. E se sou Humana, fundamentalmente, sou também Deus.
Não adianta criar sentidos em nomes novos nem inventar jogos em que sou presa fácil de mim mesma. O meu sentido esta e fora de mim, que e quando eu deixo de ser somente criatura. Penso que a existência de mim no mundo pode significar o que eu faço pro outro. Matemática pueril que me salva em definitivo, por ora."
Não adianta criar sentidos em nomes novos nem inventar jogos em que sou presa fácil de mim mesma. O meu sentido esta e fora de mim, que e quando eu deixo de ser somente criatura. Penso que a existência de mim no mundo pode significar o que eu faço pro outro. Matemática pueril que me salva em definitivo, por ora."
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